segunda-feira, 6 de setembro de 2010
segunda-feira, 17 de maio de 2010
O impacto dos desastres ecológicos e a visível deterioração de muitos ecossistemas têm gerado uma consciência social coletiva. Hoje é preocupação mundial a persistência do efeito estufa (aumento de dióxido de carbono e outros gases na atmosfera), a destruição progressiva da camada de ozônio, a acidificação do solo e da superfície das águas, o aumento de lixos radioativos, o acúmulo de metais tóxicos nos sedimentos e no solo, o acúmulo de produtos químicos não-biodegradáveis no meio ambiente, a contaminação e exaustão de cursos d’água, a perda de florestas tropicais, de terras úmidas, de biodiversidade em geral. Estas preocupações estão sendo levadas às convenções internacionais promovidas pelas Nações Unidas, como por exemplo, a recente Conference of the Parties -COP3, realizada em dezembro de 1997, em Kyoto, dedicada à busca de formas para reduzir a emissão de CO2.
Os cientistas foram os primeiros a identificar os impactos negativos das atividades econômicas sobre os ecossistemas, na mudança climática e nos danos para a saúde humana. Houve no passado algumas previsões catastróficas e alarmantes, porém sem muitos adeptos e sem soluções plausíveis de serem implementadas
Entre os muitos avanços e mudanças deste século, um dos mais importantes é o despertar de uma consciência ecológica, ou seja, a necessidade de harmonizar desenvolvimento econômico com qualidade do meio ambiente. Esta harmonia é expressa através de um desenvolvimento sustentável e é compartilhada pelos vários setores da sociedade (governo, academia, sociedade civil e empresários).
terça-feira, 11 de maio de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
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